Graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), mestrado em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e doutorado em Economia Ambiental pela Universidade de Brasília (UnB). Professora Adjunta na Universidade Federal do Tocantins (UFT) no curso de Ciências Econômicas e no Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas (GESPOL/UFT). Membro do NERUDS.
Análise espacial da implementação do Zoneamento Ecológico Econômico no Tocantins
Título da Publicação
Análise espacial da implementação do Zoneamento Ecológico Econômico no Tocantins
Autores (Pesquisadores)
Autores
Gisele Paiva
Ano de Publicação
2024
Revista/Veículo
Revista Interface (Porto Nacional)
DOI
10.20873/interface.v27i27.14629
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Resumo
O Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) é um instrumento de gestão ambiental estabelecido na Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), executado desde a década de 1990 no Brasil em âmbitos locais e regionais, e presente em todos os estados da federação. Entretanto, apesar de três décadas de tentativas de implementação, há poucas experiências de avaliações ex post, além dos resultados não apresentarem indícios de efetividade do instrumento. Desta forma, esse artigo busca preencher algumas lacunas no conhecimento a respeito da implementação do ZEE. Especificamente, tem como objetivo verificar se o ZEE tem sido capaz de modificar o padrão de apropriação do espaço e do uso dos recursos naturais em uma área específica – o Norte do Estado do Tocantins. Utilizando uma abordagem quantitativa, com o auxílio de Sistema de Informações Geográficas -SIG, avaliou-se se as alterações na cobertura e uso da terra na área Norte do Tocantins entre os anos de 1990 a 2015 estão em conformidade com as principais diretrizes estabelecidas no ZEE Norte do Tocantins (ZEE-NTO). Os resultados sugerem que as diretrizes do ZEE-NTO pouco influenciaram a dinâmica de uso e ocupação da terra, sendo essa determinada preponderantemente por fatores econômicos.
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